Hoje estou sem inspiração...mas apetece-me "teclar"qualquer coisa.
Podem ser palavras soltas?
Eu sempre acreditei nas historias de amor escritas nos livros. Elas duram para sempre! Podes queimar, vender, rasgar o livro...mas não matas a história. É eterna.
Seria como separar o soldadinho de chumbo da sua bailarina - quem não se lembra desta história?
Ainda me lembro de caminhar por baixo das sombras dos pinheiros e dos carvalhos, naquele caminho de terra, que nos leva ao pequeno paraíso que é aquele local. Olhar para o céu e ver o sol tentar rasgar os ramos e as folhas, para atingir a relva com os seus raio de sol. É tão bom andar descalça.
Sentir
O meu olhar prende-se na água daquele rio. O rio lava tudo...lava as pedras e lava a alma. Tenho saudades de estar ali, de fazer parte daquele cenário até me sentir completa.
Sentir a pedra lapidada nas minhas mãos e dar as boas-vindas às histórias do vento.
Quem me dera poder voar e abandonar esta casa...fugindo por aquela janela.
Obrigado pelo comentário no meu blog. Você escreve bem! :D
ResponderEliminarGostei deste deambular pela memória :)
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